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FREGUESIA DE VILA

 

INFORMAÇÃO SUMÁRIA



Padroeira: Santa Maria da Porta.

Habitantes: 1.275 habitantes (I.N.E.2001) e 1.196 eleitores em 31-12-2003.

Sectores laborais: Comércio, indústria, serviços e hotelaria.

Feiras: Semanal, às sextas-feiras.

Tradições festivas: Nossa Senhora da  Orada (Quinta-Feira da Ascensão), S. Brás  (3 de Fevereiro) e Nossa Senhora da  Pastoriza (Agosto).

Valores Patrimoniais e aspectos turísticos: Castelo de Melgaço, Centro Histórico, igrejas Matriz e da Misericórdia, capelas de Nossa Senhora da Orada e de Santo Cristo, Quinta da Calçada, cruzeiros de S. Julião e de Santo Cristo e Convento das Carvalhiças, Margens do rio Minho.

Gastronomia: Arroz de lampreia, cabrito assado no forno com batatas e salmão do rio Minho.

Colectividades: Associação Cultural e Recreativa Inês Negra, Bombeiros Voluntários de Melgaço e Sport Clube Melgacense.


ASPECTOS GEOGRÁFICOS


A Vila, nos tempos que correm, apresenta um harmonioso e moderno tecido urbanístico; está servida de tudo, principalmente de bancos o que atesta a imensa riqueza acumulada em contas poupança pelos emigrantes.

Para além dos serviços públicos oficiais e de apoio administrativo e judicial a todo o concelho, a população dispõe de quartel da P.S.P., G.N.R. e Corporação de Bombeiros.

Na área comercial aparecem estabelecimentos relativamente modernos e com uma vasta gama de produtos; registe-se ainda o funcionamento de uma feira semanal de enorme importância para toda a região.

Os equipamentos de saúde e segurança social, têm melhorado nos últimos anos. Na segurança social, existem várias infra-estruturas, jardins de infância, centro de emprego, etc. Na área do ensino, estão garantidos todos os níveis até à universidade.

Os transportes e acessibilidades que durante séculos foram o maior problema, estão hoje extraordinariamente facilitados com as novas vias até Monção, a ligação à fronteira de S. Gregório e principalmente pela nova Ponte do Arbo que comunica com o centro da Galiza.

A nível cultural e de lazer, são inúmeras e constantes as iniciativas programadas pela dinâmica Casa da Cultura e pelas diversas Associações locais. Existe uma biblioteca pública, um Museu instalado na Torre de Menagem, um Centro Cultural, Auditórios e Salas de Espectáculos, que no seu conjunto permitem uma programação completa e regular.


RESENHA HISTÓRICA



Há largas referências a esta paróquia já no séc. XII, a partir de 1173. Em 1258, escrevia-se que Santa Maria da Porta era “tres quartas regis”.

Hoje diz-se freguesia da Vila, naturalmente da Vila de Melgaço.

Aqui se construiu a primeira fortaleza acastelada, provavelmente nos tempos da reconquista de D. Afonso Henriques.

Sim, alguns  historiadores consideram-na fundada por D. Afonso Henriques, que lhe concedeu foral em 21 de Julho de 1181, doando-lhe a aldeia de Chaviães e iniciando­-lhe as muralhas. Outros, porém, dão-na como já existente no tempo dos Árabes, com o nome de Minho.

Teve forais de confirmação passados por D. Afonso II (1219), D. Afonso III (1261) e D. Manuel (1513).





FREGUESIA DE ROUSSAS

INFORMAÇÃO SUMÁRIA


Padroeira: Santa Marinha.

População: 1.099 habitantes (I.N.E. 20011) e 1.059 eleitores em 05-06-2011.

Sectores laborais: Agricultura e pecuária, apicultura e pequeno comércio.

Tradições festivas: Santa Marinha (18 de Julho), Santa Rita (50 dias após a Páscoa), e Cavaleiros (1 de Agosto).

Valores Patrimoniais e aspectos turísticos: Igreja paroquial e capelas do Preto e de Santa Rita, Lugar do Crasto e monte de Santa Rita.

Artesanato: Bordados em linho.

Gastronomia: Cozido à portuguesa, Enchidos de porco (fumeiro), Cabrito serrano.

Colectividades: Associação Cultural e Recreativa dos Cucos.



ASPECTOS GEOGRÁFICOS



Estendendo-se por uma área de cerca de 946 ha, Roussas desfruta de características muito especiais, visto que tem uma parte urbana que se confunde com a Vila de Melgaço, a sede do Concelho, outra parte semi-urbana e a restante área profundamente rural. 
Assim se compreende porque Roussas situa-se na encosta do Monte de Santa Rita, nas faldas da Serra da Peneda, aí poder proporcionar vistas magnificas sobre o Vale do Minho e sobre a Galiza. Os seus limites estão estabelecidos da seguinte forma: a Norte com as Freguesia de Chaviães e da Vila, a Sul com a Freguesia de S. Paio, a Nascente com as Freguesias de Fiães e Paços e a Poente com a Freguesia de Prado e novamente com a Freguesia da Vila.


RESENHA HISTÓRICA

 
 Acerca da história de Roussas pode-se recorrer à toponímica e citar o lugar de Crasto, que indica a existência no passado de comunidades castrejas, o que não é de estranhar se tivermos em conta os achados arqueólogos encontrados em freguesias imediatamente vizinhas.
 
Em termos documentais, no livro "Inventário Colectivo dos registros Paroquiais Vol. 2 Norte Arquivos Nacionais /Torre do Tombo" pode ler-se na integra:
 
« Na lista das igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho, elaborada por ocasião das Inquirições de D. Afonso III, em 1258, Roussas é citada como uma das igrejas do bispado de Tui. Denominava-se então "Roucis".
 
Em 1320, no catálogo das mesmas igrejas, mandado elaborar pelo rei D. Dinis, para pagamento de taxa, Santa Marinha de Roussas, da terra de Valadares, foi taxada em 120 libras,
 
Em 1444, D. João I conseguiu do papa que este território fosse desmembrado do bispado de Tui, passando a pertencer ao de Ceuta, onde se manteve até 1512. Neste ano, o arcebispo de Braga, D. Diogo de Sousa, deu a D. Henrique, bispo de Ceuta, a comarca eclesiástica de Olivença, recebendo em troca a de Valença do Minho, Em 1513, o papa Leão X aprovou a permuta.
 
No registo da avaliação dos rendimentos dos benefícios eclesiásticos da comarca de Valença, efectuado em 1546, Santa Marinha de Roussas rendia 40 mil réis. Pertencia à terra da vila de Melgaço.
 
Na cópia de 1580 do Censual de D. Frei Baltasar Limpo, sobre a situação canónica destes benefícios, Santa Marinha de Roussas era metade da apresentação do bispo e da igreja de Braga e a restante de padroeiros. Conforme o registo das confirmações de D. Diogo de Sousa eram seus padroeiros os filhos de Lopo Soares.
 
Américo Costa refere apenas que Santa Marinha de Roussas fora primitivamente padroado da antiga Casa do Paço de
 
Roussas, tendo passado, mais tarde, para o arcebispo de Braga.
 
Em termos administrativos, a freguesia pertenceu, em 1839, à comarca de Monção e, em 1874, à de Melgaço».
 
 
Inventário do Património Arquitectónico
Em http://www.monumentos.pt
 
Informações detalhadas acerca de:
 
 
► Quinta de Eiró


 
 
Fontes consultadas: Inventário Colectivo dos registos Paroquiais Vol. 2 Norte Arquivos Nacionais /Torre do Tombo e Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.
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